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As 4 formas de procurar a felicidade

Pensem num par de experiências pessoais que não te trouxeram a recompensa emocional que esperavas depois de teres atingido um determinado objetivo. Não foi estranho, apesar de atingires o teu objetivo, o vazio instalar-se tão rápido e a sensação de felicidade ter sido tão fugaz como um piscar de olhos? Talvez as questões que se devam colocar neste momento sejam: Como é que tu defines felicidade? Qual o seu significado para ti? Como podes ser mais feliz?

Todos sabemos que as verdadeiras mudanças são difíceis. Mudar em nós aquilo que não nos trás felicidade e causa sofrimento tem uma única solução: cultivar da autodisciplina. Ela é o meio de mudança. Para que a mudança aconteça é necessário a criação de rituais. E rituais são comportamentos muito precisos com práticas em espaços de tempo também específicos, motivados por valores profundamente enraizados. Lembra-te que um ritual não tem de ser sempre a mesma coisa, e sim, um momento em que tem de acontecer algo, um momento em que tu fazes algo com a intenção de mudança.

EXPRIMIR GRATIDÃO

Experimenta este ritual: todas as noites, antes de te deitares, escreve, no mínimo 5 coisas que te fizeram ou fazem feliz – coisas pelas quais te sentes grata. Estas coisas podem ser pequenas ou grandes, uma refeição, uma conversa com alguém, um projeto de trabalho, um dia de sol ou simplesmente agradecer a vida a deus. Apreciar aquilo que já temos é o maior dos passos para sermos felizes.

OS 4 ARQUÉTIPOS DE FELICIDADE

Na procura da felicidade, foram identificados 4 comportamentos tipo ou padrões que as pessoas usam. Que tipo de buscador de felicidade és tu?

COMPETIDOR DESENFREADO – É o tipo de pessoa que confunde alívio com felicidade. Ele continua a perseguir as suas metas como se o simples facto de as alcançar fosse suficiente para o fazer feliz. Assim que chega lá, tal como no início do texto, a sensação de vazio instala-se em nano segundos e a sensação de felicidade desaparece. Sabem aquela história do menino que estudou muito para ter boas notas para poder entrar na universidade. Depois de entrar na universidade, ele estudou muito para acabar o curso com uma boa média e conseguir um bom emprego. Depois de conseguir o bom emprego, ele trabalhou muito para conseguir a promoção. E depois trabalhou muito para se tornar sócio e depois para gerar muitos lucros para poder comprar uma casa maior, e depois outra casa, e o carro, o barco, o helicóptero, etc. E no fim de toda esta corrida acabou, velho, barrigudo e careca, com uma mulher que não ama e filhos que o odeiam. Resultado deste jogo: Sucesso: 10 – Felicidade: 0

NIILISTA – É uma pessoa que desistiu da felicidade e que se resignou na crença de que a vida não tem significado. O seu estado de espirito e o seu viver, estão acorrentados aos fracassos passados e impedem-no de atingir ou percecionar a felicidade. Esta leitura errada da realidade de que não conseguimos atingir a felicidade é aprendida com extrema facilidade e faz-nos ficar presos neste mecanismo, é uma incapacidade da defesa aprendida, em que generalizamos para o presente e futuro toda a infelicidade do passado.

HEDONISTA – É a pessoa que procura o prazer e se afasta do sofrimento. Este individuo anda em busca da satisfação dos seus desejos, pouco ou nada pensando nas consequências futuras. Uma vida realizada, pensa ele, reduz-se a uma sucessão de experiências agradáveis. Dado que o hedonista se concentra no prazer imediato, irá fazer coisas que são potencialmente nocivas e tenderá a rejeitar as responsabilidades dos seus atos.

FELIZ – Esta pessoa não escolhe se ser quer ser feliz agora ou no Futuro? Esta pergunta é errada. Ele pergunta-se: Como posso ser feliz agora e no futuro? Apesar de os benefícios presentes e futuros poderem por vezes estar em conflito, é possível apreciar ambos a maioria das vezes. O segredo é o equilíbrio em todas as áreas da vida. Pessoas felizes têm mais sucesso em todas as áreas da sua vida.

Aquilo que estas pessoas fazem tem de fazer algum tipo de sentido e estar alinhado com a sua identidade. Sem respeitares a tua natureza, não podes viver os teus valores e a partir daí, os teus hábitos, comportamentos e atitudes traem-te. Em resumo a felicidade não é chegarmos ao cume da montanha, nem escalar-mos sem rumo à sua volta. A Felicidade é a experiência de escalar até ao nosso cume.

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